Pense: um 777 ou 747-400 pesa cerca de 385 toneladas. Imagine um pouso difícil, em que esses 385 mil quilos batem direto na pista. As pistas são construídas para suportar esse impacto sem rachar. Os engenheiros que fazem os projetos levam em consideração o número de rodas que um avião tem, a distância entre elas e o tamanho dos pneus. Como os aviões estão a cada dia maiores, as pistas têm que ser reconstruídas constantemente, para suportar maiores impactos.
Quando o Aeroporto Internacional de Denver foi construído, foram usados 2,5 milhões de m³ de concreto para construir cinco pistas de 4,6 km, mais espaço de taxiamento e áreas ao redor. Inicialmente, 1,8 m de terra compacta foi colocada; depois foi jogada uma camada de 30 cm de terra, que foi coberta por uma base de 20cm de cimento e, em seguida, foi colocado o pavimento de concreto com 90cm de altura.
Muitas pistas costumam ser construídas de acordo com a direção dos ventos do local, para que os aviões possam decolar e pousar acompanhando essa força. Controladores de tráfego aéreo e de solo determinam quais pistas serão usadas para pouso e quais para decolagem, levando em conta o tempo, os ventos e as condições de tráfego aéreo. Em alguns aeroportos, muitas pistas se cruzam, por isso os controladores têm que prestar muita atenção.
![]() Imagem cedida por Lufthansa Um Jumbo 747 pousa em uma pista principal |
Os aviões utilizam pistas de taxiamento para ir do portão a uma das pistas principais na hora de decolagem e da pista para o portão depois de pousar. Controladores de solo direcionam o tráfego a partir da torre do aeroporto. Funcionários das companhias aéreas ajudam no transporte das aeronaves até os portões, dirigindo os rebocadores que puxam os aviões e direcionando o tráfego com bastões luminosos.
![]() Imagem cedida por Lufthansa Um Jumbo 747 é direcionado ao portão, saindo da pista de taxiamento |
Agora, vejamos como os aeroportos fornecem combustível para os aviões.