![]() Foto cedida Airbus SAS |
O custo de operação de um A380 não é substancialmente maior do que o de um Boeing 747 (o jato de passageiros que mais se aproxima em tamanho e em capacidade). Cada passageiro adicional em um A380 significa mais dinheiro ganho pela companhia de aviação além do que ela poderia ganhar com um avião menor. O aumento da distância também ajuda a adicionar um número maior de "milhas do assento" por vôo. O resultado final é uma queda nos custos de operação por passageiro de 15% a 20%, de acordo com a Airbus.
A Airbus também introduziu várias novas tecnologias para tornar o combustível do A380 eficiente e ambientalmente favorável. Os motores de alta eficiência foram desenvolvidos pela Rolls-Royce e por uma parceria entre a General Electric, Pratt e Whitney, conhecida como Engine Alliance.
![]() Foto cedida Airbus SAS Montagem de um motor Rolls-Royce Trent 900 no MSN001, o primeiro A380 (setembro de 2004) |
O uso de materiais leves ajudou a baixar o peso, enquanto que um extensivo teste do túnel da asa resultou em uma forma aerodinâmica mais favorável para o A380. Amortecedores especiais diminuem pela metade o nível de ruído dos motores comparando-se a outros jatos jumbo.
Fibra de carbono, um material forte, leve, mas caro, é usado em partes-chave do A380. Aproximadamente 25% de toda a estrutura do avião é feita de plástico reforçado com fibra de carbono (CFRP). Para criar as várias formas que abrangem o A380, os engenheiros usaram diferentes processos. Para partes planas e largas, uma máquina fixa controlada por computador processa as fitas de fibra de carbono impregnadas com resina em uma autoclave pressurizada. Para partes curvas, a estrutura CFRP é formada a seco e então envolvida com resina. Para outras partes, porções grandes de fibra de carbono foram costuradas por máquinas industriais computadorizadas.