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| caixas-pretas |
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Em qualquer acidente de avião, muitas questões sempre ficam sem resposta em relação às razões da queda. Investigadores se voltam para o gravador de dados do vôo (FDR) e para o gravador de voz da cabine do piloto (CVR), também conhecidos como "caixas-pretas", para encontrar essas respostas. Não é diferente no caso do acidente com o Airbus-A320 da TAM que caiu dia 17 de julho no aeroporto de Congonhas, em São Paulo.
Em 31 de janeiro de 2000, o vôo 261 da Alaska Airlines saiu de Puerto Vallarta, México, rumo a Seattle, WA, com uma pequena parada marcada em São Francisco, CA. Com, aproximadamente, uma hora e 45 minutos de vôo, foi detectado um problema na aba do estabilizador do avião. Após 10 minutos tentando manter o avião no ar, ele caiu no Oceano Pacífico, na costa da Califórnia. Todas as 88 pessoas que estavam a bordo morreram.
![]() Foto cedida U.S. Department of Defense (departamento de defesa dos EUA) O gravador de voz da cabine do piloto do vôo 261 da Alaska Airlines, sendo segurado pelo braço robótico pilotado por controle remoto |
Esse acidente é usado como exemplo neste artigo sobre caixas-pretas. No vôo 261, o FDR continha 48 parâmetros dos dados do vôo e o CVR gravou pouco mais de 30 minutos de conversa e outros sons audíveis na cabine do piloto.
Continuam buscas pela caixa preta do avião Airbus A330 da Air France, desaparecido durante uma viagem entre o Rio de Janeiro e Paris. Confira especial com os maiores acidentes aéreos do Brasil e do mundo. ![]() |
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Elas não são pretas e ajudam a tornar mais claras as razões de acidentes com aviões.
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