Seu barril (ou bola, na verdade) era parecido com a bola de borracha que levou Jean Lussier para baixo das Cataratas com sucesso em 1928. A bola de Nathan, entretanto, era uma esfera de aço embrulhada em seis camadas de borracha, sobre as quais havia uma folha de metal e outra camada de borracha. Reconhecendo que a bola teria pouco ar, Nathan incluiu um tanque de ar que forneceria oxigênio por 30 horas. Ele até se encontrou com Jean Lussier, que recomendou que ele levasse ar adicional, bem como um dispositivo chamado rebreather, que remove o dióxido de carbono.
A viagem de Nathan nas Cataratas podia ter acabado mal porque, uma vez no rio, a corrente começou a levá-lo para as Cataratas Americanas em vez de para as Cataratas Canadenses (de Ferradura). Após ser "rebocado" para as Cataratas da Ferradura, a embarcação de Nathan, chamada de Plunge-O-Sphere (Esfera "O" de Mergulho), com um adesivo dizendo "saia da escuridão e venha para o vale da luz", desceu as Cataratas. Exceto uma forte pancada nas pedras que amassou "A Bola", Nathan e sua embarcação emergiram ilesos. Ele foi multado em US$ 100 e teve que pagar US$ 13 na corte por violar a Lei dos Parques do Niágara, que determinava que a descida sem permissão das Cataratas era ilegal (a permissão ainda tinha de ser concedida a qualquer pessoa, já que a lei entrara em vigor após a morte de William Hill Jr).
Seu apelido, William Fitzgerald, o tornava um homem misterioso. Enquanto ele dizia trabalhar por conta própria, há relatos de que ele era um homem infiltrado na sede da IBM, em Nova York. Mais tarde, ele se tornou doutor em sociologia e adquiriu o grau de pós-doutorado em comportamento médico.