O London Eye não oferece "passeios", mas sim "voos". A atração fica aberta todos os dias, exceto no dia do Natal e durante uma semana em janeiro, para manutenção.
Do alto da roda gigante, em um dia claro, se pode ver por 40 km - até o castelo de Windsor. Cada rotação demora cerca de 30 minutos, e a roda se move a cerca de um quilômetro por hora, devagar a ponto de permitir que passageiros embarquem e desembarquem sem que ela precise parar -- ainda que seja possível fazê-lo, para fins de segurança, em caso de passageiros idosos ou com problemas de deslocamento.

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A vista de 40 km oferecida pelo London Eye
Originalmente, o London Eye era iluminado por tubos fluorescentes à noite. O sistema se provou dispendioso demais. A fim de alterar as cores da iluminação em ocasiões especiais, trabalhadores precisavam revestir as lâmpadas manualmente com um gel colorido. Em 2006, uma empresa chamada Color Kinetics assumiu a responsabilidade pela iluminação e instalou uma por LED, controlada por computador. A tecnologia de iluminação LED Chromacore acrescenta um microprocessador a cada conjunto de LEDs, possibilitando o controle central de cor, intensidade e efeitos. Hoje, o London Eye pode ser iluminado com inúmeras cores e até realizar espetáculos de luz.
O Domo do Milênio de Londres (agora conhecido como O2) foi construído originalmente para abrigar uma exposição que comemorava o milênio. Depois, ele ficou desocupado por diversos anos antes de se transformar em espaço para espetáculos. A Ponte do Milênio, travessia do Tâmisa para pedestres, foi inaugurada como símbolo da arquitetura do novo milênio. Mas quando os pedestres começaram a usá-la, ela se provou instável. Depois de ser fechada rapidamente, passou por uma reforma de US$ 8,9 milhões e foi reativada em 2002. |
Durante sua construção, o London Eye passou por testes, monitoração e avaliação de segurança intensivos. Essa monitoração continua até hoje. A cada manhã, computadores e seres humanos realizam um teste de segurança sobre todos os aspectos da roda gigante. Durante a operação, sensores de segurança instalados em cada cápsula enviam relatórios constantes à sala de controle no solo. Cada sistema tem um segundo sistema de apoio. Em caso de problema, o operador pode retornar a cápsula ao chão em oito minutos, não importa onde ela esteja no início do incidente, alterando a direção ou acelerando a rotação.
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