Para tais metrôs, equiparar trens, estações e túneis pode ser caro. A Autoridade de Trânsito Metropolitano aprovou um pedido de US$17,2 bilhões para aperfeiçoar o metrô da cidade de Nova York em 1994. Mesmo para os sistemas com boa manutenção, as autoridades freqüentemente devem avaliar a necessidade de ampliações para a linha ou atualizações de equipamento e material circulante. Em muitos casos, tais atualizações são necessárias para garantir a segurança de funcionários e passageiros.
![]() Domínio público Uma colisão em novembro de 2004 na Estação Woodley Park-Zoo/Adams Morgan em Washington, D.C. |
Mesmo com uma equipe que trabalha 24 horas por dia e aperfeiçoamentos de última geração, alguns poucos fatores, porém, ameaçam os metrôs. Alguns dos perigos mais comuns são:
Além disso, medidas de segurança insuficientes em alguns sistemas de metrô causaram pichações, roubos, assaltos e outros crimes. Alguns sistemas até sofreram ataques terroristas. Um ataque de gás sarin no metrô de Tóquio, em 1995, matou 12 pessoas e deixou outras 493 hospitalizadas. Terroristas detonaram bombas em três trens do metrô de Londres durante o horário de rush em 7 de julho de 2005. Após o ataque terrorista de 11 de setembro de 2001 ao World Trade Center, as torres desmoronadas destruíram uma estação do metrô e danificaram partes dos trilhos sob os prédios.
![]() Foto cedida; 2001-2007 Stock.Xchng Os metrôs, juntamente com as sinalizações e avisos associados a eles, se tornaram parte da cultura popular em muitos países. |
Por outro lado, normalmente os sistemas de metrô ao redor do mundo forneceram segurança e abrigo. Durante a Primeira e a Segunda Guerras Mundiais, os moradores de Londres e Paris se abrigaram nos túneis do metrô durante os ataques aéreos. Membros da Resistência Francesa na Segunda Guerra Mundial também usaram os túneis para se comunicar uns com os outros e viajar pela cidade. Além disso, as pessoas sem teto se refugiaram em muitas estações do metrô no mundo todo. Na cidade de Nova York, isso levou à crença de que existem sociedades organizadas de pessoas conhecidas como "toupeiras" vivendo sob a terra. Apesar de os pesquisadores concordarem que as pessoas, de fato, moram dentro dos túneis, há pouca evidência conclusiva, porém, da existência das sociedades descritas em algumas narrativas não constatadas.
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