![]() Digital Vision/Getty Images Pilotos automáticos podem |
Algumas colisões de aeronaves foram atribuídas a situações nas quais os pilotos falharam ao desengatar o sistema de controle de vôo automático. Os pilotos acabam lutando com os ajustes que o piloto automático está administrando, incapazes de descobrir porque o avião não faz o que eles estão pedindo que faça. É por isso que os programas de instrução reforçam o treinamento para cenários como esse. Os pilotos devem saber como usar cada recurso de um AFCS, mas eles também devem saber como desativá-lo e voar sem ele. Eles também precisam seguir uma rigorosa programação de manutenção para ter certeza de que os sensores e servos estão em boas condições de funcionamento. Quaisquer alterações ou consertos em sistemas-chave podem requerer que o piloto automático seja ajustado. Por exemplo, uma mudança realizada nos instrumentos de bordo irá requerer o realinhamento das configurações do computador do piloto automático.
O avião, um Piper PA-32R-301, Saratoga II, N9253N, estava equipado com um Sistema de Controle de Vôo Automático Série Bendix/King 150, um piloto automático de dois eixos que controlava a inclinação e a rolagem. A investigação realizada pelo NTSB revelou que o piloto automático teve mal funcionamento uma ou duas vezes antes do acidente, virando o avião para uma nova direção. O problema requer que o piloto automático seja desengatado e reengatado novamente. Ainda que tal problema com o piloto automático pudesse ter contribuído para os eventos que levaram ao acidente, isso parece pouco provável. De fato, alguns relatórios indicam que o piloto automático já tinha sido desengatado antes de o avião apresentar problemas. |