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O fundamental na segurança da aviação é a redundância; portanto, além de duas (ou mais) máquinas, rádios, conjuntos de instrumentos de vôo etc, sempre há dois pilotos voando. O primeiro oficial senta-se à direita e age como co-piloto. Ele (ou ela) tem um conjunto de controles e instrumentos independente para operar a aeronave e pilotar o avião por aproximadamente metade do tempo, normalmente trocando de lugar com o capitão. O primeiro oficial ajuda o capitão nas tarefas pré-vôo revisando os papéis e fazendo as verificações de pré-vôo na aeronave. Ele deve passar em muitos exames práticos e escritos e tem de ter uma certa graduação. Como regra, os primeiros oficiais têm graduação menor do que seus capitães.
Alguns aviões têm uma terceira posição na cabine do piloto para o engenheiro de vôo, também chamado de segundo oficial. O engenheiro de vôo é um piloto que não pilota o avião. Ele (ou ela) termina de fazer as verificações pré-vôo, opera e monitora os sistemas da aeronave durante o vôo e faz os cálculos de performance, como velocidade de decolagem e pouso, conjuntos de máquinas de força e gerenciamento de combustível. A posição do engenheiro de vôo também é a de aprendiz de classificações, pois é a melhor posição para se observar os pilotos. Esse trabalho atualmente é raro: essas posições normalmente existem em aviões construídos antes de meados dos anos 80. Uma vez aposentados os aviões mais antigos, eles são substituídos por aviões cujos sistemas mais avançados e automatizados executam as tarefas do engenheiro de vôo. Essa posição um dia será "extinta", assim como as posições de operador de navegador e operador de rádio dos anos 30 e 40.