Pirâmides do Sol e da Lua em Teotihuacan

Autor: 
Jerry Camarillo Dunn Jr.

As Pirâmides do Sol e da Lua em Teotihuacán, México, se alinham na Avenida da Morte
As pirâmides astecas se estendem/>
ao longo da Avenida da Morte/>

Monumentais e misteriosas, as Pirâmides do Sol e da Lua se elevam acima da silenciosa Teotihuacan, cidade que no passado chegou a ter cerca de 200 mil habitantes e era o centro do império pré-hispânico do México. />/>

Erguida por uma cultura praticamente desconhecida no século I a.C., a cidade se espalhou por uma área maior que a da Roma imperial. Em 750 d.C., porém, ela foi abruptamente abandonada, talvez em razão de algum desastre ou seca. />/>

Quinhentos anos depois, os astecas descobriram Teotihuacan, com suas pirâmides, templos, apartamentos e estádios, e a adotaram como um centro de peregrinação. />/>

Com aproximadamente 63 m de altura (cerca de metade da altura da Grande Pirâmide de Gizé, no Egito), a Pirâmide do Sol está entre as maiores pirâmides do mundo. Os construtores ergueram a Pirâmide do Sol aproximadamente no ano 100 d.C., transportando e erguendo cerca de três milhões de toneladas de pedras, tijolos e entulho sem o auxílio de veículos com roda, de animais de carga ou de ferramentas de metal. />/>

Em 1971, arqueólogos descobriram uma entrada com cerca de 97 m de comprimento que levava a uma caverna diretamente abaixo do ápice da pirâmide. Na época, a caverna tinha uma reserva natural, e ainda há pilhas de carvão na câmara, talvez indicando cerimônias envolvendo água e fogo. Ninguém sabe ao certo, embora os cientistas especulem o motivo. />/>

Após subir 248 degraus até o topo da pirâmide, você pode ver a Avenida da Morte alinhada ao templo, uma estrada com cerca de 4 km de comprimento que termina com a Pirâmide da Lua se elevando para o norte. Terminada em 300 d.C., ela parece ser tão alta quando a Pirâmide do Sol. Tem, contudo, apenas 45 m de altura, mas foi construída sobre uma área maior. Existiam doze plataformas montadas na praça adjacente, onde danças religiosas podem ter sido praticadas. Novamente, ninguém sabe. O mistério permanece./>/>

SOBRE O AUTOR:Jerry Camarillo Dunn Jr. trabalhou com a Sociedade Geográfica Nacional por mais de 20 anos, começando como editor, escritor e colunista na revista Traveler , e depois escrevendo guias de viagem. Seu trabalho mais recente é na National Geographic Traveler:
San Francisco/>/>
. Dunn’s Smithsonian Guide to Historic America: The Rocky Mountain States, que vendeu mais de 100 mil cópias. Seus artigos de viagem aparecem em jornais como Chicago Tribune e The Boston Globe. As histórias de Jerry Dunn ganharam três Prêmios Lowell Thomas da Sociedade de Escritores de Viagem Norte-americanos, a mais alta honra na área. Ele também escreveu e apresentou um episódio piloto para um programa de viagem produzido pela WGBH,
uma estação de televisão pública/>/>de Boston.
­/>