![]() Foto cedida NASA FJX-2 motor turbofan |
Em 1996, a NASA iniciou o programa Propulsão Geral na Aviação (GAP) para incentivar e modernizar a indústria de aeronaves pequenas nos Estados Unidos. O objetivo principal do programa era proporcionar o desenvolvimento de sistemas de propulsão mais acessíveis, os motores Williams International (em inglês) se associou à NASA para desenvolver o motor turbofan FJX-2 , o menor turbofan comercial disponível na época. Ele pesava menos de 45 kg, com uma relação empuxo/peso que permitiu o desenvolvimento de uma nova classe de aeronaves de pequeno porte. Esta inovação tecnológica foi um grande avanço no sentido de criar aeronaves pequenas o bastante para usar aeroportos pequenos, porém suficientemente sofisticadas para fornecer os requisitos necessários de velocidade, alcance, conforto e segurança de uma aeronave comercial.
Em 1998, durante o desenvolvimento do motor FJX-2, o presidente e fundador da Williams International, Dr. Sam Williams, associou-se ao empresário Vern Raburn para formar a Eclipse Aviation Corporation (em inglês). Usando primeiro uma versão comercial do motor FJX-2, chamado de EJ22, e depois escolhendo o motor turbinado PW610F da Pratt and Whitney (em inglês), a Eclipse construiu a aeronave a jato Eclipse 500 .
![]() Foto cedida Eclipse Aviation Eclipse 500 |
![]() Foto cedida Eclipse Aviation Cabine de passageiros do Eclipse 500 |
![]() Foto cedida Eclipse Aviation Cabine do piloto do Eclipse 500 |
O Eclipse 500 foi lançado em 2005, o primeiro de uma nova família de aeronaves, o jato muito leve (VLJ). O VLJ é a engrenagem vital da roda do sistema SATS.
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